03 abril 2011

Mais difícil....


Académico Viseu - Sátão 2:2
Golos Académico Viseu: Pedro Figueiredo (14 min, autogolo), David (57 min)
Golos Sátão: Telmo (4 min), Rafael (35 min)
Académico Viseu: João Marado, Guilherme Costa, Miguel Marques, João Pedro, Diogo Caramelo, Tigas, Gonçalo Sousa, David, Gui, Pedro Marado, Pedro e Daniel Dias.
Treinador: Rui Ferreira e Paulo Ferreira.
Sátão: Luís Carlos, Pedro Barros, Pedro Figueiredo, Bruno, Rafael, Francisco, Telmo, Tiago Batista, Carlos, Eduardo, Rafael e Diogo.
Treinador: Paulo Santos.
Árbitros: Filipe Costa e Pedro Fernandes.

Este era um jogo que marcava o final da primeira volta da fase final da série A do Campeonato de Infantis Sub13.
Ambas as equipas queriam obter uma vitória para prosseguirem na luta pelos seus objectivos.
A equipa do Sátão entrou melhor na partida e logo no primeiro minuto disfrutou e uma oportunidade soberana para marcar. Foi quando após uma falha de entendimento na defensiva academista a bola chega a Telmo que perante Daniel remata bem mas o guarda-redes academista tem uma grande defesa evitando assim o abrir do marcador.
Os forasteiros mostravam-se mais afoitos e isso teria o seu prémio à passagem do minuto 4 quando após uma boa jogada colectiva Bruno desmarca Telmo que desta vez remata melhor e faz o golo que colocava de forma justa a equipa do Sátão na frente do marcador.
A resposta academista deu-se aos 9 minutos quando Tigas remata forte e vê a bola embater no poste da baliza defendida por Luís Carlos.
No minuto seguinte é a vez do Sátão criar perigo quando Francisco remata forte e leva a bola a embater num defesa academista que quase trai Daniel.
Aos 12 minutos Pedro Marado remata colocado e Luis Carlos evita o golo academista. Esse golo viria mesmo a surgir dois minutos depois quando numa jogada individual de Gonçalo este vai a linha final e centra para Pedro Figueiredo ser infeliz e tocar na bola dirigindo-a rumo às suas redes.
A resposta forasteira mostra-se pronta e Francisco aparece bem e remata forte ficando perto do golo.
A partida estava aberta com as duas equipas a tentarem o golo e aos 18 minutos é David bem desmarcado a obrigar Luis Carlos com o seu remate a uma boa defesa. Três minutos depois surge o primeiro caso do jogo, quando Tigas e Telmo travam um duelo e o avançado do Sátão aparece caiado no chão. Fica a dúvida! Nos instantes seguintes é a vez de Tigas num slalom conseguir entrar na área e também ele ser tocado ficando novamente no ar a ideia da grande penalidade.
Aos 23 minutos Gonçalo remata bem e fica perto do golo valendo o corte providencial de Pedro Barros a evitar sobre a linha o golo academista. Este era o melhor momento academista e dois minutos depois Pedro Marado bem desmarcado por Caramelo remata muito perto da baliza agora defendida por Diogo.
Já sobre o apito para o intervalo Miguel Ângelo aparece a cabecear mas Diogo tem uma defesa atenta.
O empate seria o resultado com que ambas as equipas regressariam aos balneários e que se podia ajustar ao que se assistiu pois a turma forasteira dominou os primeiros 15 minutos e os academistas os segundos 15 minutos.
Tal como na primeira parte caberia à turma do Sátão a primeira ocasião para marcar nesta parte derradeira. Seria por intermédio de Eduardo que coloca João Marado à prova. Na resposta JP tem uma boa jogada individual e centra cruzado que contudo não vê nenhum colega seu fazer o remata fatal.
Aos 33 minutos David remata bem mas vê a bola caprichosamente embater na base do poste da baliza forasteira.
Aos 35 minutos na sequência de um livre o Sátão volta a colocar-se na frente do marcador. Chamado a marcar Rafael remata forte mas a barreira abre por completo e é por ai que a bola passa e estava feito o golo para gáudio dos adeptos forasteiros.
Aos 41 minutos Rafael remata forte e leva a bola a passar perto da baliza de João Marado.
Os academistas após este lance conseguiram o domínio da partida e apertar o cerco e aos 45 minutos Gonçalo remata para Diogo responder com boa defesa. Três minutos depois novamente Gonçalo a desmarcar desta vez Miguel Ângelo que em boa posição é infeliz na direcção do seu remate.
Com o aproximar do final da partida os jovens academistas denotaram muito nervosismo e isso tirou-lhes algum discernimento na planificação dos ataques, procurando com remates solitários resolver.
Um desses remates esteve perto de resultar quando aos 54 minutos Pedro Marado remata colocado e Diogo têm nova boa defesa.
No minuto seguinte novo lance de muita contestação com a bola a embater na mão de um defesa do Sátão mas onde nos parece desta vez a dupla de arbitragem ter estado bem devido ao remate do academista ter sido feito à queima roupa.
O golo academista viria a acontecer aos 57 minutos com David a aparecer e a rematar bem para as redes contrárias e que fazia cair a muralha forasteira bem estruturada.
Na resposta Telmo sempre irrequieto aparece bem e remata para boa defesa de João Marado.
Sabendo que este resultado não lhes era favorável os academistas ainda procuraram o golo mas jogando mais com o coração do que com a cabeça, levou-os a optar pelas acções individuais que foram travadas pela união colectiva forasteira.
Chegava-se ao final de uma partida onde os academistas rubricaram uma exibição também com alguma falta de sorte mas essencialmente uma exibição onde o individualismo reinou e que embateu na união que a equipa do Sátão mostrou e que quase sempre levou a melhor.
Arbitragem polémica com três lances onde se pediu a marcação de grandes penalidades e onde em duas delas nos pareceu ter havido razão para a sua marcação.


Out: tristeza academista. Os jovens academistas já no aquecimento denotaram uma atitude triste. Fruto de uma posição complicada na luta pelo título os jovens academistas sentiram-se pressionados e dai alguma da tristeza estampada na sua face. Divirtam-se e aproveitem o que gostam e sabem fazer e verão que tudo é mais fácil! Sorrir ajuda em todas as conquistas! Façam o favor de ser felizes!
In: colectivo forasteiro. Com uma atitude corajosa e sempre a procurar o golo o colectivo do Sátão quase que conseguia levar para sua casa os três pontos. Todos procuraram o melhor para a equipa e com isso criaram muitas dificuldades para os jovens academistas. Jogando colectivamente a vitória esteve perto de acontecer!
Melhor em campo: Pedro Barros. Que grande exibição deste central forasteiro! Foi o comandante de uma equipa e com uma boa postura conciliou este papel ao de capitão de equipa e não perdeu um lance perante os avançados academistas que procuraram criar lances de perigo. Com uma boa leitura de jogo esteve sempre no melhor local para vencer os lances em que se envolveu.

Outros resultados:
Drizes - Mangualde 1:0
Pinguinzinhos - Viriatos 2:1

Clube

J

V

E

D

GM

GS

Pontos

Drizes550015215
Académico Viseu52211298
Pinguinzinhos52129117
Viriatos51227135
Mangualde5032693
Sátão50238132

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