Filipe Costa, nascido a 6 de Junho de 1989, foi um dos indiscutíveis na equipa dos Juniores. Tanto no lado esquerdo da defesa como em alguns jogos na central ele e correu quilómetros por jogo.
Aliado a isso ainda fez o gosto ao pé dando ainda mais profundidade ao seu futebol.
Qual o percurso que fizeste até chegares ao Académico.
Comecei a jogar aos 13 anos numa equipa chamada Arguedeira, na época seguinte transferi-me para os Cracks de Lamego onde para mim foi onde realmente comecei a jogar futebol, nesta equipa permaneci o meu segundo ano de iniciado, onde fui campeão e o meu primeiro ano de juvenil. Nesta época joguei contra o Académico, fui visto, e no meu segundo ano de juvenil cheguei então ao Académico.
Durante o tempo que já joga futebol decerto já tiveste bons momentos. De qual te recordas mais?
Sem dúvida esta época, onde a minha equipa foi campeã. Embora houvessem muitas pessoas que nos queriam prejudicar não posso esquecer todas as que nunca nos abandonarão.
Estes dois motivos levam a que para mim este seja o momento que me recordo mais, nunca esquecerei esta equipa, esta família que não é só constituída por jogadores nem direcções técnicas mas também as pessoas que nos acompanharam sempre.
E algum momento para esquecer?
A minha primeira época posso dizer que foi mesmo tempo perdido.
Que treinador se lembra melhor por te ter marcado até agora?
Sei que o meu desempenho esta época devesse aos meus treinadores actuais. Muito do que sei aprendi com eles, todos eles desde o mister Pipo ao mister Carlos, e não esquecendo o mister Filipe, mas o treinador que me marcou mais foi o Mister João que treinou-me no meu primeiro ano de juvenil.
Sei que o meu desempenho esta época devesse aos meus treinadores actuais. Muito do que sei aprendi com eles, todos eles desde o mister Pipo ao mister Carlos, e não esquecendo o mister Filipe, mas o treinador que me marcou mais foi o Mister João que treinou-me no meu primeiro ano de juvenil.
Sendo um jogador que assistiu ao término de um clube, como foi sentires o fim do CAF? Que reacção?
Fiquei um pouco resignado e revoltado chegando a por a hipótese de abandonar o clube, pois era uma época importante para mim. Jogar numa nacional é muito diferente de jogar numa distrital. Como estava á pouco tempo no clube o fim do CAF não me afectou muito porque ainda não existia grande aproximidade entre nós.
Qual a tua opinião sobre este novo clube? Ou o espírito do antigo CAF mantem-se?
Penso que não só para mim como para a maior parte dos jogadores do Académico não sentiram grandes alterações pois o espírito de grupo permaneceu e o gosto de jogar no clube também, o que mudou foi apenas o nome.
Falando da temporada qual o jogo ou jogos que custou mais a pontuar?
Para mim penso que terão sido os jogos contra o Paivense, No primeiro jogo porque toda a nossa equipa encontrava-se num baixo momento de forma e no segundo jogo pela dificuldade de jogar em pelados e por do outro lado do campo estar uma equipa com grande vontade de ganhar. Em ambos conseguimos apenas um ponto.
Após um campeonato sempre a par do Viseu e Benfica qual foi para ti o jogo em que a questão de campeão se decidiu?
Sem dúvida que foi no segundo jogo da segunda fase onde tivemos uma vitória por 5-0.
Nesta mesma fase final tiveram um passo atrás com o empate em casa com o Vale de Açores. Como foi digerir esse resultado?
Para mim foi muito difícil pois devido a esse péssimo resultado poderíamos por em causa o nosso título.
Qual a opinião sobre os “rivais” que defrontou nesta fase final? O mais difícil e o mais acessível?
Os mais difíceis foram o Lamego e os acessíveis foram talvez o Mangualde. Penso que todos foram nossos rivais, pelo facto que todos os jogadores da equipa adversária demonstravam em campo que o jogo que estavam a disputar contra o Académico era o jogo da vida deles.
Qual a sensação que sentiram após terem assegurado esse mesmo título?
Sensação de objectivo cumprido, pois sempre foi este o nosso objectivo.
Sensação de objectivo cumprido, pois sempre foi este o nosso objectivo.
De fora via-se que o vosso grupo era mesmo um grupo na sua totalidade. Isso foi preponderante para o êxito?
Claro que sim, se não sentíssemos o apoio uns dos outros certamente que não teríamos o mesmo desempenho.
Claro que sim, se não sentíssemos o apoio uns dos outros certamente que não teríamos o mesmo desempenho.
Sinceramente não posso responder a esta pergunta só posso dizer que vou dar o meu melhor.
Que sonho alimenta agora?
Continuar a trazer alegrias para o nosso clube.
A nível de futebol qual o seu ídolo?
Thierry Henry
Thierry Henry
Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Continuem a dar o vosso apoio, pois esta é muito importante para os jogadores dentro de compo.
Continuem a dar o vosso apoio, pois esta é muito importante para os jogadores dentro de compo.
O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha para que os objectivos principais sejam cumpridos.
Um abraço
Jorge Sá
Um abraço
Jorge Sá
8 comentários:
grande filipe!!!!!!!!!
espero muito de ti..q essa vontade e essa garra nunca acabe..abraço ze luis
Só vi um jogo dos juniores, com o Mangualde em Viseu, e gotei do Filipe.
Jorge, não havia uma foto com as botas vermelhas?!
Grande filiPE!
AMIGO FILIPE ACHO QUE TODO O SUCESSO DESPORTIVO CONSEGUIDO POR TI É MERECIDO POIS A TUA HUMILDADE, TRABALHO, DEDICAÇÃO E FORMAÇÃO CIVICA É DIGNA DESSE SUCESSO. TENHO PENA DE OUTROS JOGADORES DA EQUIPA QUE SE CHAMA ARGUEDEIRA NÃO TIVESSEM TIDO A TUA OPORTUNIDADE, PORQUE EXISTEM CÁ BONS VALORES, MAS... UM ABRAÇO DO AMIGO VICTOR (EX-TREINADOR DOS JUNIORES DE ARGUEDEIRA)
-
Abraço grande do teu amigo Marcelo! FOi um prazer jogar ao teu lado! Tens muita qualidade! Nunca desistas de ti! Podes chegar mt longe! Abraçao
Espero ver-te rápidamente em acção. Fazes muita falta a equipa
Força muido, estamos a tua espera. Espero que esse joelho já esteja bom.
Enviar um comentário