31 agosto 2007

Juniores academistas vencem NDS da Guarda

NDS - Académico Viseu 2:3
Marcadores Académico: César (10 min), Vando (47 min) e Dani (86 min).
Os golos do NDS foram marcados aos 60 min e 75 min

Académico Viseu: Pimpão (gr), Ricardo Costa, Ricardo Simões, Nuno Pais, Filipe, César, Mickael, Rafael, João Aguiar, João e Parma.
No 2.º tempo entraram: Luís (gr), Kauskas, Tiago, Vando, Diogo e Dani
Treinador: Paulo Chaves.

Os jovens juniores deslocaram-se à Guarda para defrontar uma equipa da sua série no Campeonato que se avizinha.
Jogo muito disputado e bastante complicado, com a equipa da casa muito aguerrida, sempre apoiada pelo seu público.
Todavia o Académico adiantou-se aos 10 minutos após um golo de César, vantagem essa que viria a ser alargada à passagem do minuto 47 quando Vando corresponde da melhor forma a um lance atacante.
Esta vantagem foi muito fruto de uma maior capacidade atacante da equipa visitante.
O NDS após sofrer o segundo golo, conseguiu unir-se e responde aos golos sofridos da melhor forma até empatar o jogo numa fase de muita pressão por parte da equipa visitada.
O Académico consegue ainda ganhar forças para desquilibrar novamente o resultado aos 87 minutos por Dani. Esta vitória academista deve-se muito aplicação e entrega dos seus atletas
O Académico continua a preparar-se para o campeonato, sendo este treino um dos bons ensaios para o que se avizinha, pois teve do outro lado uma equipa do mesmo patamar competitivo. A equipa ainda está num processo de formação, com alguns imprevistos habituais em pré-épocas mas que com muito trabalho pela frente, irá retornar bons resultados, pois a qualidade e forma começa a ficar moldada.

NOTA: De forma a aprimorar o seu estado de forma e dar ritmo de jogo aos jogadores, os jovens academistas deslocam-se este sábado a São Pedro de Sul para defrontar a equipa sénior do clube local. O jogo será às 16 horas.

29 agosto 2007

Entrevista com Tó (ex atleta Académico de Viseu- actualmente no Social Lamas)

António Dinis Ferrão, nascido a 7 de Março de 1983, guarda-redes actual do Sátão com quem conquistou uma brilhante subida a 2 Divisão B, fez parte da sua escola nas camadas jovens do Académico o qual regressou este ano para comandar a equipa dos Juvenis.

Como surgiu o convite para comandar a equipa dos Juvenis?
O convite surge no seguimento do trabalho realizado nos 2 anos anteriores, na equipa de Juvenis, cooperando com o Prof. Raposo. Com a inclusão do Prof. na equipa sénior, fui convidado para ficar a treinar a equipa em conjunto com o Bruno, o Gabriel e o Luís, tendo sempre a colaboração por parte do Professor Raposo.

Foi um regresso a uma casa onde teve bons momentos. De qual se recorda mais?
Felizmente os bons momentos foram muitos. Para além dos títulos de campeão e das participações nos campeonatos nacionais, destaco as chamadas às selecções distritais e à selecção nacional de sub-15. As amizades que ainda hoje continuam, é algo que também nunca se esquece.

E algum momento para esquecer?
A forma com saí do clube, como jogador…

Como foi trabalhar directamente com o professor Raposo?
Muito fácil. Antes de mais é de salientar que o Prof. já tinha sido meu treinador no clube. Já conhecia a forma de trabalhar dele, assim como a maneira de lidar com as pessoas. Para mim tem sido uma experiência enriquecedora. O Prof. Raposo tem uma grande experiência no treino e na forma de lidar com os miúdos, facilitando a resolução de muitas situações que vão surgindo ao longo das épocas. Quero aproveitar para agradecer toda a colaboração que ele nos prestou ao longo do ano, tentando sempre o melhor para o grupo. É uma das pessoas que mais sente o clube e os seus resultados.

O que achou do campeonato realizado pelos jovens academistas?
Penso que poderíamos e deveríamos ter feito mais. No entanto, devido às dificuldades que tivemos ao longo do ano, percebe-se e aceita-se a classificação.

Após um bom começo a equipa teve a sua primeira derrota na 6 jornada e com isso começou uma fase menos boa. A que se deveu este momento negativo?
Depois de um bom começo, sentiu-se alguma descompressão, baixando os níveis competitivos da equipa. Deixámos de defender os princípios e a atitude que caracterizaram a equipa em muitos jogos e que tantos elogios obteve. Infelizmente depois da derrota de Molelos, talvez devido à menor experiência dos jogadores, à qual se juntaram alguns problemas disciplinares e lesões, atravessámos uma fase negativa que acabou por ser fatal para as aspirações do grupo. Foi um período de um mês em que as dúvidas se apoderaram dos jogadores, provocando 4 jogos muito negativos.

Após uma segunda volta onde não obteve nenhuma derrota chegou ainda a acreditar que era possível atingir a meta traçada?
É verdade. Mas infelizmente não foi possível. No entanto nunca deixámos de acreditar que era possível e tentámos tudo ate ao último jogo.

Para si qual foi o jogo fulcral para que a fase final não fosse atingida?
Penso que quando empatámos 0-0 com o V. Benfica na 2º volta. Se conseguíssemos a vitória nesse jogo, entrávamos na fase decisiva do campeonato muito próximos das equipas da frente, aumentando assim a pressão dos adversários directos que ainda tínhamos que receber em nossa casa. No entanto, tenho que dizer que todos os jogos que não ganhamos os 3 pontos, serviram para não conseguirmos os nossos objectivos.

O que correu menos bem para que não fosse atingida a fase final?
Foi um ano bastante complicado para este escalão. Perdemos vários atletas importantes do ano anterior, que nos permitiam dar um equilíbrio maior ao plantel em termos de idade, experiência e fundamentalmente em termos competitivos. Começámos a época apenas com 12 jogadores dos quais apenas 2 eram de 2º ano. Foi muito difícil formar um grupo equilibrado, uma vez que não foi possível ir buscar nenhum jogador de outro clube. No entanto, é de salientar que inscrevemos vários jogadores que nunca tinham jogado em qualquer clube que em conjunto com o grupo foram tendo uma evolução positiva. Infelizmente, também não foi possível num único jogo ter todos os jogadores disponíveis, tendo muitas vezes e quando possível, recorrer à equipa de iniciados. De qualquer forma, é de salientar a forma como os jogadores se bateram, ultrapassando estas dificuldades na maioria dos jogos e apesar de não termos conseguido o nosso objectivo desportivo, penso que em termos individuais foi um ano muito positivo para que os erros cometidos este ano não se voltem a repetir.

Com os prós e os contras que achou desta experiência de treinador?
Foi mais uma época que serviu para aprender e evoluir na forma de estar e pensar o jogo. Deu-me a oportunidade de analisar o jogo de futebol fora do campo, ao contrário do que estou mais habituado.

E agora o futuro? Tanto em termos de jogadores como treinador, pode-nos desvendar se vai continuar com esta faceta dupla para a próxima temporada?
Como jogador posso adiantar que vou regressar ao Social de Lamas, deixando o Sátão depois desta época em que conseguimos a proeza de subir à 2ª B. Pela primeira vez, e ao fim de muitos anos, vou jogar contra o Académico.
Como treinador, para já não posso adiantar muito, mas possivelmente não irei continuar com esta dupla tarefa. Penso que poderei, tal como em épocas anteriores, colaborar com o Prof. Raposo se for o caso.

Dos jogadores que viu alinhar durante o campeonato será possível definir para nós a sua equipa “de sonho”?
A minha equipa de sonho só pode ser aquela de que eu faço parte. (Risos)

Finalmente que diferenças nota do seu tempo de formação e agora no Académico?
A principal diferença é no recrutamento dos atletas. No meu tempo no início de cada época eram mais de 40 atletas a tentarem a sua sorte. Hoje em dia isso já não acontece. Cada vez mais os miúdos têm outros interesses para além do futebol, dificultando muitas vezes as suas opções. Para além desta, aponto claramente para as condições de trabalho que agora são melhores com as novas instalações do Fontelo. De resto, muito sinceramente, penso que está praticamente tudo na mesma, o que logicamente talvez não seja muito bom sinal.

Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
As minhas palavras vão especialmente para os apoiantes das camadas jovens. Espero que continuem a apoiar cada vez mais o clube, ajudando e colaborando principalmente nos momentos difíceis, para que a formação do clube possa ser cada vez melhor.

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e parabéns desde já pela brilhante subida que ajudou a protagonizar ao serviço do Sátão.

Um abraço
Jorge Sá

25 agosto 2007

Seniores lusitanos vencem lutadores academistas


Lusitano Vildemoinhos - Académico Viseu 4:0

Académico Viseu:
1ª Parte: Márcio, César, Simões, Nuno Pais, Filipe, Rafael, Emanuel, Roberto, João, Mikael e Parma.
2ª Parte: Pimpão, Pedro, Simões, Nuno Pais, Kauskas, Diogo Chaves, Vando, César, Zé António, Zidane e Vitor.
Jogador não utilizado: João Aguiar.

Os jovens juniores academistas disputaram um jogo treino com os seniores do Lusitano de Vildemoinhos e embora perdendo por uma margem pesada mostraram possuir uma equipa que no caso de se manter e com trabalho poderá dar várias alegrias aos seus adeptos no Campeonato que vai defrontar.
Desta forma o Académico entrou bem na partida e os irrequietos Parma, Mikael colocaram em sentido a defesa lusitana. O Lusitano tentava responder com rapidos ataques onde se destacava Daniel.
Com uma convidada de honra, a chuva, o Lusitano assentou o seu jogo e viria a marcar o golo inaugural num canto à passagem dos 25 minutos. Foi num canto onde o seu central lusitano aproveitou da melhor forma uma desatenção academista. Com este golo sofrido os jovens academistas voltaram a pressionar e Rafael remata de longe para uma defesa do guarda-redes contrário que ainda leva a bola a embater com estrondo no poste.
Chegava o intervalo com uma vitória injusta pelo que se viu nesta partida onde o Académico merecia o empate.
Ao intervalo as duas equipas aproveitaram para fazer troca quase global de equipas. Tal como na primeira parte o Académico foi o primeiro a criar perigo desta vez por Zé António mas aos 10 minutos mais uma desatenção, no interior da área academista, após um canto que resulta em novo golo.
Com este golo a equipa ressentiu-se e sofreria novo golo após uma jogada de contra-ataque. Após este golo os jovens academistas ainda tentaram reagir e levaram algum perigo à baliza lusitana. Todavia seria novamente a equipa lusitana a marcar dando ao marcador um colorido demasiado pesado que a jovem equipa academista não mereceu de todo.
Embora tenha sido derrotada neste jogo os jovens academistas mostraram o seu valor e empenho e mostraram que o treinador Paulo Chaves terá ao seu dispor um bom leque de opções que lhe darão alguns bons problemas de cabeça na altura de decidir titulares e suplentes.
Aos novos jogadores e que mostraram estarem a começar a ficar entrosados na equipa sejam BEM-VINDOS e tudo de MUITO BOM! Aos mais veteranos continuem sempre no BOM CAMINHO e muita muita SORTE!

22 agosto 2007

Campeonato Juniores

O Campeonato da 2ª Divisão de Juniores onde a nossa equipa vai estar presente já tem os seus jogos delineados.

Série B
1. Beira-Mar
2. Núcleo Desportivo Social
3. União de Coimbra
4. Oliveirense
5. União de Lamas
6. Feirense
7. Sanjoanense
8. Estação
9. Académico de Viseu
10. "Os Repesenses"
11. Arrifanense
12. Tourizense

De seguida o esquema de jogos e datas da primeira volta:
1ª Jornada: Feirense -ACADÉMICO DE VISEU (8/09)
2ª Jornada: ACADÉMICO DE VISEU - Estação (15/09)
3ª Jornada: Repesenses - ACADÉMICO DE VISEU (22/09)
4ª Jornada: ACADÉMICO DE VISEU - Beira Mar (29/09)
5ª Jornada: União de Coimbra - ACADÉMICO DE VISEU (6/10)
6ª Jornada: ACADÉMICO DE VISEU - União Lamas (13/10)
7ª Jornada: Sanjoanense - ACADÉMICO DE VISEU (20/10)
8ª Jornada: ACADÉMICO DE VISEU - Tourizense (27/10)
9ª Jornada: ACADÉMICO DE VISEU - Arrifanense (10/11)
10ª Jornada: Núcleo Desportivo Social -ACADÉMICO DE VISEU (17/11)
11ª Jornada: ACADÉMICO DE VISEU - Oliveirense (24/11)

21 agosto 2007

Novidades academistas

Hoje é o dia de regresso do escalão de Juvenis ao trabalho após umas férias. O regresso está marcado para as 18 horas no Fontelo.

Também é dia de sorteio do campeonato de Juniores. Este está marcado para as 17 horas.
Os restantes sorteios que faltam e que estão sobre a égide da Associação de Futebol de Viseu são:
  • Juvenis ( dia 4 Setembro)
  • Escolas e Infantis (dia 11 Setembro)

16 agosto 2007

2 Dedos de conversa com o junior Nuno Pais

Nuno Pais, nascido a 1 de Julho de 1990, teve um longo interregno devido a uma lesão grave que se prolongou durante quase 2 anos. Mesmo assim e embora com idade de juvenil conseguiu assumir o papel de defesa central na defensiva dos Juniores.

Qual o percurso que fizeste até chegares ao Académico.
Tive a sorte de sempre ter jogado no Académico. Desde os 9 anos que jogo neste grande clube.

Durante o tempo que já joga futebol decerto já teve bons momentos. De qual te recordas mais?
Desde que jogo já passei por grandes momentos mas aqueles que mais me marcaram foram o 3ºlugar obtido num torneio em França, a passagem à fase seguinte em iniciados e consequente ida à madeira e por fim, mas decerto não menos importante, voltar a ser campeão distrital desta vez na categoria de juniores. Também de grande importância para mim, o torneio Lopes da Silva em que pela selecção de Viseu conseguimos um honroso 6º lugar.

E algum momento para esquecer?
A lesão, sem dúvida! Difícil de aceitar, de recuperar, enfim um enorme calvário…

Que treinador se lembra melhor por o ter marcado ate agora?
Aprendi com todos os treinadores que tive até este momento, mas destaco o mister Chaves e o mister Pipo como treinadores que me marcaram. O Mister Chaves confiou-me a “capitania das tropas” o que me atribui uma maior responsabilidade para com os meus colegas e o mister Pipo foi o meu primeiro treinador..e por sinal ganhámos o campeonato de escolinhas já há uns anitos..o tempo passa e este ano voltamos a partilhar outra conquista! A minha reintegração na equipa depois da lesão é da total responsabilidade do mister Pipo.

Sendo um jogador que assistiu ao término de um clube, como foi sentires o fim do CAF? Que reacção?
O término do clube deu-se enquanto tive lesionado, mas não me passou ao lado..era o meu clube de sempre, o clube que me tinha feito crescer acabara de fechar..foi difícil de aceitar mas rapidamente soube que o ACADÉMICO se iria reerguer e desta vez ainda mais forte.

Qual a tua opinião sobre este novo clube? Ou o espírito do antigo CAF mantem-se?
Mudou o nome ficou o espírito e a alma academista! Somos praticamente os mesmos e por muito que insistam em nos dizer com ar de gozo que somos jogadores do Farminhão pelo menos que essas pessoas acrescentem que o Farminhão foi campeão! Compreendo que nem todos tenham ficado felizes pelo renascer do grande Académico, pois isto apenas demonstra o “bicho” que este clube é para muita gente! Deixem-nos desenvolver o nosso trabalho! Façam a vossa parte deixem o Académico!

Como foi estar sem jogar durante quase 2 anos?
Foi horrível, foi angustiante, foi desesperante..foi tudo! Os treinos semanais, os jogos ao fim de semana tudo findara para mim. Depois do Lopes da Silva consciente de que havia algo de errado com o meu joelho procurei saber do que se tratava afinal…Quando soube foi mau de mais! Era novo de mais para ser operarado e portanto restava-me parar e deixar o tempo correr..Assim foi por muito complicado que fosse de aceitar.

O que pensou nesta fase menos feliz?
Pensei em tudo: desde abandonar definitivamente o futebol ao lutar para mostrar que não tinha “morrido pró futebol”. Felizmente fiz a opção correcta.

Vindo de uma lesão consegui impor-se na defesa academista? Estava a espera que isso acontece-se no seu regresso de forma tão rápida?
O meu grande objectivo quando voltei a treinar era recuperar completamente da minha lesão, nada mais me passava na cabeça. Queria trabalhar, e trabalhar bem para ficar completamente recuperado para a época seguinte. Entretanto foram-se ultrapassando as etapas para a recuperação e o joelho não mostrava debilidades foi entretanto que comecei a alimentar o desejo de poder a voltar a ser opção..e assim foi trabalhei e foi-me concedida uma oportunidade. Sinceramente nunca esperei que surgisse assim tão rapidamente pois afinal estávamos a entrar na fase decisiva da campeonato e eu vinha de uma paragem prolongadíssima, sem ritmo, sem rotinas… A partir daí tudo foram conquistas a nível pessoal.

Após um campeonato sempre a par do Viseu e Benfica qual foi para si o jogo em que a questão de campeão se decidiu?
Sem dúvida no jogo da segunda volta contra o Viseu Benfica em que ganhamos por expressivos cinco a zero.

Nesta mesma fase final tiveram um passo atrás com o empate em casa com o Vale de Açores. Como foi digerir esse resultado?
Não foi fácil. O empate em casa não estava nas nossas contas e os nossos adversários directos não cediam pontos. Foi uma situação difícil de gerir.

Qual a opinião sobre os “rivais” que defrontou nesta fase final? O mais difícil e o mais acessível?
Para mim sem duvida que o mais difícil foi o Lamego uma equipa aguerrida que no seu reduto até com pedras nos tentou derrubar. A lamentar.. A equipa mais frágil talvez tenha sido o Vale de Açores por mais irónico que pareça.

Qual a sensação que sentiram após terem assegurado esse mesmo título?
Uma felicidade enorme! Era o sentimento de missão cumprida.

De fora via-se que o vosso grupo era mesmo um grupo na sua totalidade. Isso foi preponderante para o êxito?
Sem dúvida! Tínhamos um grande balneário. Desde jogadores a equipa técnica todos lutávamos pelo mesmo objectivo.

Para o ano vão disputar a 2 Divisão do Nacional de Juniores, Como achas que vai ser o campeonato?
Certamente que não será fácil, mas pelo menos não seremos alvo nº1 a abater como o fomos na distrital(espero eu).

Que sonho alimenta agora?
Ajudar o Académico naquilo que puder e quem sabe dar o salto.

A nível de futebol qual o seu ídolo?
Ricardo Carvalho e John Terry

Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Espero que continuem a apoiar-nos e que acreditem em nós, tanto nos momentos difíceis como nos menos difíceis.
Gostava também de agradecer e enaltecer o excelente, não é pouco, o extraordinário trabalho realizado pelo Jorge, o nosso Jorjão! Esta vitória também te pertence!

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha para que os objectivos principais sejam cumpridos.

Um abraço
Jorge Sá

14 agosto 2007

Sorteio 2ª Divisão Juniores e Juvenis

O sorteio para o Campeonato da 2 Divisão de Juniores vai-se realizar no dia 21 de Agosto de 2007, terça feira, pelas 17:00.

Enquanto isso já se sabe os adversários que a equipa dos Juvenis terão na época de 2007/08.

ZONA SUL
ACADÉMICO DE VISEU FUTEBOL CLUBE

CLUBE ATLÉTICO DE MOLELOS
CLUBE DESPORTIVO TONDELA
F.C " OS REPESENSES"
FUTEBOL CLUBE DE RANHADOS
GRUPO DESPORTIVO DE CAMPIA
GRUPO DESPORTIVO MANGUALDE
LUSITANO FUTEBOL CLUBE DE VILDEMOINHOS
MORTÁGUA FUTEBOL CLUBE
SPORT CABANAS DE VIRIATO E BENFICA
SPORT CLUBE PENALVA DO CASTELO
SPORT LISBOA NELAS
SPORT VISEU E BENFICA
SPORTING CLUBE SANTAR

Conversando com o Luis Pedro, o Pedras

Luis Pedro, é um jogador que se repara num jogo de futebol. Tanto pela sua estrutura física como empenho e raça que coloca em cada um dos lances que disputa.

Qual o teu percurso ate chegar ao Académico?
Joguei 2 anos nos infantis no clube Cruz Maltina Lobanense em seguida no Canas Santa Maria e depois Académico estes ultimos 2 anos.

Durante o tempo que já joga futebol decerto já teve bons momentos. De qual se recorda mais?
O momento em que mais me recordo foi no ano passado no jogo contra o oliveirense pois foi o meu 1º golo no académico.

E algum momento para esquecer?
Sim esta época pois não conseguimos obter os nossos objectivos,ou seja, subir ao Nacional.

Que treinador se lembra melhor por o ter marcado até agora?
Já tive muitos treinadores e todos eles ficarão marcados mas o que mais me marcou foi o mister João Gomes que me ajudou a crescer como pessoa e como jogador..

Sendo um jogador que assistiu ao término de um clube, como foi sentires o fim do CAF?
Foi muito mau para nós que naquele momento vínhamos a fazer um grande campeonato e acabar naquele momento foi péssimo pois o trabalho que vínhamos a realizar tinha ido por água abaixo.

Este Académico é muito diferente do velho CAF?
Não. Penso que não mudou nada porque o nosso Académico sempre foi muito bom só mudou foi de nome.

A camisa preta do Académico pesa muito? Dá responsabilidades acrescidas?
Penso que em cada clube que nós representamos tem de ser de corpo e alma e é aquilo que eu faço em todos os jogos do Académico...Todas dão responsabilidade mas a do NOSSO ACADEMICO dá responsabilidade acrescida pois é um clube de grande nível.

O que achou do campeonato realizado pelos jovens juvenis academistas?
Não foi mau mas podia ter sido melhor pois faltou muita coisa entre os jogadores.
Com os jogadores que tínhamos podíamos ter feito um pouco mais e ir para a segunda fase.
E também o nosso publico ia ver os nosso jogos não para nos apoiar mas sim para nos criticar e isso deitava-nos abaixo.

Falando mais concretamente desta época após um bom começo a equipa teve a sua primeira derrota na 6 jornada e ressentiu-se. A que se deveu este momento negativo?
As coisas estavam a correr bem mas de um momento para o outro encontramo-nos num momento muito difícil e ai a equipa separou-se e cada um jogava para o seu lado mas ao fim de alguns jogos veio de novo, resultados positivos.

Após uma segunda volta onde não obteve nenhuma derrota os jogadores chegaram ainda a acreditar que era possível atingir a meta traçada?
Sim nos fizemos um segunda volta boa mas sempre acreditamos que podíamos ir para a segunda fase

Para si qual foi o jogo fulcral para que a fase final não fosse atingida?
Todos os jogos que podiamos ter ganho e não ganhamos foram fulcrais pois tínhamos capacidades para isso.

O que faltou para que esse objectivo da fase final não fosse concretizado.
Mais empenho e mais apoio dos nossos companheiros para connosco.

Dos jogadores que viste alinhar durante o campeonato será possível definir para nós a sua equipa “de sonho”?
Os jogadores são como são. Cada um tem a sua função e se cada um a realizar bem não à equipa de sonho.

Sendo das equipas que mais adeptos e apoio levavam aos estádios, quer em casa quer fora, como sentiram por vezes o menor apoio dado pelos adeptos em casa?
Sabíamos que aquilo quer vinha da bancada era devido aos nossos maus resultados e ficávamos em baixo pois os adeptos iam para o nosso jogo criticar e não apoiar…

Que sonho alimentas agora?
Ser campeão distrital este ano que vem.

Tem algum ídolo?
Steven Gerrard.

Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Juntos conseguiremos meter o nosso Académico onde nunca devia ter saído.
FORÇA ACADÉMICO…

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha de forma a que o objectivo dos Nacionais seja concretizada.

Um abraço
Jorge Sá

Infantis e Escolas

Como já foi dito este ano teremos duas equipas de Infantis que estarão na série 2 e 5(respectivamente equipa B e A). Desta forma as equipas que ambas irão defrontar são as seguintes:

SÉRIE 2
ACADÉMICO DE VISEU FUTEBOL CLUBE "B"
ASSOCIAÇÃO CULTURAL DESPORTIVA RECREATIVA LORDOSA
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DO SÁTÃO
GRUPO DESPORTIVO RECREATIVO CULTURAL DE VILA NOVA DO CAMPO
O CRASTO – ACADEMIA CULTURAL RECREIO CONCELHO CASTRO DAIRE
SPORT CLUBE PAIVENSE

SÉRIE 5
ACADÉMICO DE VISEU FUTEBOL CLUBE
CLUBE DE FUTEBOL "OS REPESENSES" "B"
ESTRELA DO MONDEGO FUTEBOL CLUBE
FUTEBOL CLUBE DE RANHADOS
GRUPO DESPORTIVO MANGUALDE
SPORT CLUBE PENALVA DO CASTELO
SPORT LISBOA E NELAS

Por seu lado as escolas estarão na série 5 com as seguintes equipas:

SÉRIE 5
ACADÉMICO DE VISEU FUTEBOL CLUBE
ASSOCIAÇÃO CULTURAL DESPORTIVA RECREATIVA LORDOSA
CLUBE DE FUTEBOL "OS REPESENSES" "B"
DÍNAMO CLUBE DA ESTAÇÃO
GRUPO RECREATIVO CULTURAL E DESPORTIVO DE VILA NOVA CAMPO
SPORT CLUBE PENALVA DO CASTELO

Para além disso outra informação adicional é o começo dos trabalhos para estes escalões será dado na semana do dia 3 de Setembro.

12 agosto 2007

Falando com o caloiro Steven

Steven Cunha, nascido a 18 Setembro de 1988, fez o seu primeiro ano ao serviço do Académico. É um defesa que não abdica de atacar e que conseguiu imprimir um ritmo atacante pelo seu flanco.

Qual o percurso que fizeste até chegares ao Académico.
Comecei a jogar futebol numa equipa chamada Sierre na Suiça, depois vim para Portugal onde deixei de jogar futebol durante 5 anos, na época 2005/2006 joguei na Casa do Benfica em Viseu e esta época de 2006/2007 fui para o Académico.

Durante o tempo que já joga futebol decerto já tiveste bons momentos. De qual te recordas mais?
O melhor momento desde que jogo futebol foi sem dúvida ser campeão pelo Académico.

E algum momento para esquecer?
Foi a época o ano passado na Casa do Benfica.

Que treinador te lembras melhor por te ter marcado ate agora?
Como tive poucos treinadores foi sem duvida os que me orientaram esta época, o mister Pipo, o mister Carlos e também o mister Filipe.

Sendo um jogador que entrou este ano, como foi vestir a camisa do Académico?
Vestir a camisola do Académico foi sem dúvida uma experiência nova, porque eu sabia que para ter um lugar naquela equipa tinha que treinar bastante.

É uma camisola pesada, ou seja, sente-se a responsabilidade de a vestir?
Vestir a camisola do Académico é uma grande responsabilidade pois todos sabem que o Académico não é um clube qualquer, é um clube que tem objectivos.

Após um campeonato sempre a par do Viseu e Benfica qual foi para si o jogo em que a questão de campeão se decidiu?
Para mim foi sem dúvida o segundo jogo contra o Viseu e Benfica da fase final, quando ganhamos por 5-0.

Nesta mesma fase final tiveram um passo atrás com o empate em casa com o Vale de Açores. Como foi digerir esse resultado?
Foi um resultado que não estávamos a espera, mas depois como o nosso grupo é forte conseguimos superar esse resultado.

Qual a opinião sobre os “rivais” que defrontou nesta fase final? O mais difícil e o mais acessível?
No meu ver o Lamego foi uma equipa que nos fez suar para conseguir a nossa vitoria, o Mangualde foi um clube acessível. Mas não esquecer que todos os jogos foram difíceis.

Qual a sensação que sentiram após terem assegurado esse mesmo título?
Foi uma sensação que nos deixou a todos muito contentes porque o nosso objectivo estava cumprido.

De fora via-se que o vosso grupo era mesmo um grupo na sua totalidade. Isso foi preponderante para o êxito?
Se o nosso grupo não estivesse unido penso que não teríamos conseguido o nosso objectivo.

Como foi ser o caloiro num grupo bastante coeso?
Fui muito bem recebido pelo atletas que já faziam parte do Académico, sentia-me em casa.



Para o ano vão disputar a 2 Divisão do Nacional de Juniores, como achas que vai ser o campeonato?
Como eu não vou disputar esse campeonato porque subi a sénior, mas claro acredito que eles vão fazer um excelente campeonato.

E agora que futuro para o Steven?
Espero conseguir ficar na equipa sénior.

Que sonho alimenta agora?
Ser um jogador profissional.

A nível de futebol qual o seu ídolo?
Ibrahimovic e tambem o kaka.

Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Continuem a dar o vosso apoio.

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha para que os objectivos principais sejam cumpridos.

Um abraço
Jorge Sá

10 agosto 2007

Início dos treinos

A fome de futebol já é muita, os treinos estão quase a começar...
A loucura do futebol vai começar...

Início dos treinos:
Juniores: dia 13 Agosto.
Iniciados: dia 14 Agosto.
Juvenis: semana de 20 a 24. Ainda não existe uma data concreta pois aguarda-se confirmação por parte da Associação de Futebol de Viseu do começo do respectivo campeonato.

As horas e local: Fontelo pelas 18 horas.

Abraço a todos e muitos pontapés...

Campeonato Iniciados

O Campeonato de Iniciados onde a nossa equipa vai estar presente já tem os seus jogos delineados.

Série C
1. Beira-Mar
2. União de Coimbra
3. Sanjoanense
4. Anadia
5. Poiares
6. "Os Marialvas"
7. Taboeira
8. Oliveira do Hospital
9. "Os Repesenses"
10. Académico de Viseu
11. Desp. Guarda
12. Oliveirense

De seguida o esquema de jogos e datas da primeira volta:

ACADÉMICO DE VISEU – Poiares (16/09)
Taboeira – ACADÉMICO DE VISEU (23/09)
ACADÉMICO DE VISEU – Repesenses (30/09)
Desp. Guarda – ACADÉMICO DE VISEU (07/10)
ACADÉMICO DE VISEU – União de Coimbra (14/10)
Anadia – ACADÉMICO DE VISEU (24/10)
ACADÉMICO DE VISEU – “Os Marialvas (28/10)
Oliveira do Hospital – ACADÉMICO DE VISEU (01/11)
Oliveirense – ACADÉMICO DE VISEU (04/11)
ACADÉMICO DE VISEU – Beira Mar (11/11)
Sanjoanense - ACADÉMICO DE VISEU (18/11)

06 agosto 2007

Rafael Melo, nascido a 16 de Agosto de 1989, é um influente jogador do meio campo da equipa dos Juniores do Académico de Viseu. Foi um dos indiscutíveis na equipa e correu quilómetros por jogo, sendo a formiguinha que trabalhava no seu posto para um trabalho que viria a ter frutos.

Durante o tempo que já joga futebol decerto já teve bons momentos. De qual se recorda mais?
Sim já quando o juniores estavam na nacional e passaram a fase final do campeonato isso foi um momento bom para todos academistas.

E algum momento para esquecer?
Segunda época de juvenis.

Que treinador se lembra melhor por o ter marcado até agora?
De facto todos os treinadores me trataram sempre bem com a partir das escolas até agora aos juniores. Como por exemplo o mister Vasco, Raposo, Chaves, Filipe, Pipo e Carlos. Destes treinadores quero referenciar: Pipo e Carlos pois com eles acho que evolui bastante mesmo.
Sendo um jogador que assistiu ao término de um clube, como foi sentires o fim do CAF? Que reacção?
Foi um momento muito mau devido aos jogadores terem ficado sem clube e triste mas aconteceu,
Qual a tua opinião sobre este novo clube? Ou o espírito do antigo CAF mantém-se?
Para mim o espírito de qualquer a academista é o mesmo.
Após um campeonato sempre a par do Viseu e Benfica qual foi para si o jogo em que a questão de campeão se decidiu?
Na opinião foi o jogo da segunda volta da fase final onde demos 5-0 ao Viseu e Benfica, este era o jogo do título sem dúvida.
Nesta mesma fase final tiveram um passo atrás com o empate em casa com o Vale de Açores. Como foi digerir esse resultado?
Este resultado foi para mim um alerta devido a não haver jogos fácil naquela fase e acho que no deu mais vontade de encarar os jogo de forma a chegar aquilo que nos tinha traçado no inicio da época rumo a nacional.

Qual a opinião sobre os “rivais” que defrontou? O mais difícil e o mais acessível?
Os rivais mais difícil sem duvida foi o Paivense com o Zé Luís disse e muito bem e o mais fácil que eu achei talvez o Cabril.

Qual a sensação que sentiram após terem assegurado esse mesmo título?
A sensação foi que atingimos o objectivo final e foi bom para o plantel e ara o clube, muita alegria desde deste feito que alcançamos.
Para o ano vão disputar a 2 Divisão do Nacional de Juniores, Como achas que vai ser o campeonato?
Este campeonato vai ser disputado da mesma maneira que disputei o campeonato de juniores, com a mesma forma e empenho que mostro no campo, sempre com vontade de ganhar.
Que sonho alimenta agora?
Neste momento gosta de ficar no plantel sénior da minha formação, e quem sabe depois num clube grande.
A nível de futebol qual o seu ídolo?
O meu ídolo sem dúvida e o Gattuso.
Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Nunca se esqueçam de visitar o blog e de ser academistas.

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha para que os objectivos principais sejam cumpridos.

Um abraço
Jorge Sá

03 agosto 2007

Treinadores e sorteios

Agora que os campeonatos se aproximam do seu início, informamos os técnicos, faltando a confirmação dos Iniciados e Escolas.
Para além disso disponibilizamos as datas dos sorteios nacionais, faltando ainda as datas dos regionais. Mas tenhamos essa informação serão informados.

Juniores
Treinador:
Paulo Chaves
Sorteio do campeonato 07/08/2007 17:00

Juvenis
Treinador:
João Gomes
Sorteio do campeonato ainda sem data prevista

Iniciados
Treinador:
João Costa
Sorteio do campeonato 09/08/2007 16:00

Infantis
Treinador:
Carlos Santos
Sorteio do campeonato ainda sem data prevista

Escolas
Treinador:
Mister Julio
Sorteio do campeonato ainda sem data prevista

P.S: Caso tenham mais alguma informação e/ou confirmação dos técnicos agradeciamos que nos contactassem, bem como as datas de início de trabalhos. Para alguma coisa não hesitem e contactem-me: jorge.miguel.sa@gmail.com

Falando com o central juvenil David

David Martins, nascido a 14 de Abril de 1991, vimo-lo a actuar a defesa central na equipa de Juvenis do Académico, onde rubricou boas exibições.

Durante o tempo que já joga futebol decerto já teve bons momentos. De qual se recorda mais?
O meu momento mais marcante não foi dentro de um campo de futebol nem tão perto. Para mim o melhor momento que tive foi quando estava na piscina a aproveitar bem as férias e o meu pai telefona-me a perguntar se queria ir fazer uns treinos ao Académico de Viseu. Foi, para mim, uma grande emoção.

E algum momento para esquecer?
Para esquecer penso que será alguns tempos desta época. Erramos bastante tanto para o clube, como para os adeptos, treinadores e também para com os nossos objectivos. Mas é com os erros que aprendemos e espero nunca mais repeti-los.


Que treinador se lembra melhor por o ter marcado até agora?
O mister João foi para mim o mais marcante. Sempre sonhei em jogar na selecção distrital de Viseu e foi graças ao que tudo o que o mister João me ensinou que consegui esse feito. Aprendi bastante com ele não só como jogador, mas também como pessoa. Claro que não me posso esquecer do meu treinador no Canas, o mister Mota, que foi quem indicou as minhas qualidades ao mister João.

Sendo um jogador que assistiu ao término de um clube, como foi sentires o fim do CAF?
Foi uma mistura de muita tristeza e raiva. Tristeza pois o clube que adorávamos tinha acabado e todo o trabalho que tínhamos realizado desde o início ter ido por “água à baixo”. E a raiva veio daqueles que causaram aquele grave acidente e, consequentemente, fazerem-nos sofrer sem termos culpa.

Académico de Viseu e CAF um mesmo clube ou dois completamente distintos?
Sem dúvida é o mesmo. Tudo ficou igual apenas mudou a nossa vontade de vencer e a nossa raiva por estarmos num lugar que não era o nosso.


Falando agora desta época após um bom começo a equipa teve a sua primeira derrota na 6 jornada e com isso começou uma fase menos boa. A que se deveu este momento negativo?
Não conseguimos “engolir” a derrota. Foi muito duro para nós e desde aí o comportamento da equipa em geral mudou. Deixamos de confiar uns nos outros e isso motivou muitas discussões dentro e fora do campo. O espírito de ajuda entre nós, dentro de campo, tinha acabado.

O que achou do campeonato realizado pelos jovens juvenis academistas?
Apesar de não termos conseguido realizar os nossos objectivos, acho que por um lado até foi positiva. Erramos bastante durante a época e isso irá servir-nos de lição para o resto da vida. Irá ajudar-nos a crescer e fazer com que aqueles incidentes nunca mais se repitam. Realmente só tenho pena é dessa lição ter afectado os nossos objectivos.


Após uma segunda volta onde não obteve nenhuma derrota os jogadores chegaram ainda a acreditar que era possível atingir a meta traçada?
Sinceramente pensei que iríamos passar a fase seguinte. Estávamos a jogar bem e com aquele desempenho todo iríamos conseguir. Mas devido á fraca primeira volta não estávamos dependentes de nós e por isso, não conseguimos passar.

Para si qual foi o jogo fulcral para que a fase final não fosse atingida?
O empate em casa contra o Mangualde 0-0.

O que faltou para que esse objectivo não fosse concretizado.
União e vontade de vencer. Também penso que faltou um líder no meio dos treinadores. Alguém que impusesse o respeito e com quem podíamos confiar pelo trabalho desenvolvido nos treinos. Mas também alguma irresponsabilidade pela nossa parte por muitos ir para a “noite” antes dos jogos.

Durante algum tempo foste o capitão desta equipa. O que achas que um jogador deve ter para ser capitão?
Ser muito humilde, capaz de ser responsável, ser um exemplo para todos e ter a capacidade para moralizar os companheiros de equipa. Sinceramente penso que não tenho competências para assumir os parâmetros de ser capitão.

Como foi ter essa responsabilidade?
Fiquei bastante surpreso por me darem a braçadeira pois mesmo que substituíssem o Kauskas sempre pensei que fosse o Melo o escolhido. Ele é um dos mais velhos no clube e sempre foi capitão por isso não tinha a noção porque me tinham escolhido. A explicação dada pelos meus treinadores era que confiavam em mim. Penso que falhei um pouco com as minhas responsabilidades mas os meus treinadores sempre me apoiaram e me diziam que estava a fazer um bom trabalho. Para o ano espero que a braçadeira seja entregue a quem pertence, ao Melo.

Dos jogadores que viste alinhar durante o campeonato será possível definir para nós a sua equipa “de sonho”?
A nossa equipa já era uma equipa de sonho. Tínhamos uma equipa com jogadores de grande qualidade. Apenas gostava de ter o meu amigo Esquerdina, extremo do Molelos, pois é um jogador excepcional.

Sendo das equipas que mais adeptos e apoio levavam aos estádios, quer em casa quer fora, como sentiram por vezes o menor apoio dado pelos adeptos em casa?
Um pouco tristes pois é nas alturas mais difíceis que precisamos deles, mas os poucos que ficavam eram bons e era graças a eles que ultrapassávamos as dificuldades e provávamos o nosso valor.

Que sonho alimenta?
Gostava de evoluir bastante para continuar a ser uma aposta em todos os escalões e chegar aos seniores para ajudar a levar o Académico ás principais ligas portuguesas. Mas para tal é preciso muito trabalho e espero conseguir.

Que futuro?
Desde que entrei no Académico que senti uma grande admiração pelo clube. Por isso apenas quero ficar e conseguir ajudar o clube a ganhar grandes estatutos.

Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Gostava de agradecer a todos os sócios e simpatizantes o apoio incondicional que deram a todos os escalões, desde as escolas aos juniores. E à direcção apelava uma maior aposta na formação quando os atletas atingem a idade de seniores, pois não é qualquer clube que consegue fazer com que os iniciados, juniores e seniores sejam campeões no mesmo ano. É porque há talento. Também gostava de agradecer ao Jorjão pelo tempo desperdiçado em acompanhar-nos para dar a conhecer a todos, o trabalho realizados pelas camadas jovens do académico. Obrigado a Todos.

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha de forma a que o objectivo dos Nacionais seja concretizada.

Um abraço
Jorge Sá

22 julho 2007

2 dedos de conversa com João Pedro

João Pedro, nascido a 31 de Janeiro de 1991, é um jogador fantasista que num pequeno pedaço de terreno pode brilhar e levar a defesa ao desespero.

Qual o teu percurso ate chegar ao Académico?
Cheguei ao CAF como muitos chegaram, na altura ou seja vim mesmo só para treinar e ver se então ficava no plantel. Na altura o mister era um grande homem Nuno Mirandez que presentemente treina o Repesenses.

Durante o tempo que já joga futebol decerto já tiveste bons momentos. De qual te recordas mais?
Lembro-me sem duvida de muitos bons momentos que nessa época passamos e eram os momentos menos bons que nos uniam mais. Melhor momento para mim sem dúvida o meu primeiro jogo com a camisola do CAF em infantis, pois na altura facturei dois golos e não parava em casa de tanta alegria e orgulho em mim próprio.

E algum momento para esquecer?
Momento para esquecer nesse mesmo campeonato fomos disputar em Repeses um jogo decisivo que dava o acesso a final de infantis. Estivemos a ganhar por 2-0 mas acabamos por perder por 3-2 graças a um senhor que diz ser arbitro.

Que treinador te lembras melhor por te ter marcado até agora?
O melhor treinador de sempre: Nuno Mirandez.

Sendo um jogador que assistiu ao término de um clube, como foi sentires o fim do CAF?
O CAF era o clube por quem sonhava todas as noites em lá poder jogar, o fim dele foi muito mau mesmo nem queria acreditar naquilo que estava a acontecer. Na altura os iniciados estavam em 3 lugar, julgo eu, e íamos jogar em Coimbra frente ao União que se encontrava em 4 lugar era um jogo importantíssimo.

Este Académico é muito diferente do velho CAF?
Sem duvida alguma, na minha opinião não tem nada a ver!

O que achaste do campeonato realizado pelos jovens juvenis academistas?
Muita união entre nós que foi o que ainda nos deu algumas alegrias.

Falando mais concretamente desta época após um bom começo a equipa teve a sua primeira derrota na 6 jornada e ressentiu-se. A que se deveu este momento negativo?
Nesse momento ainda não estava no académico encontrava-me no Repesesenses mas devido a problemas internos entre os 2 clubes regressei de novo ao Académico.

Para si qual foi o jogo fulcral para que a fase final não fosse atingida?
Academico contra o Mortágua. Entramos a dormir e pagamos por isso.

O que faltou para que esse objectivo da fase final não fosse concretizado.
Faltou muita coisa mesmo. ( prefiro não comentar)

Dos jogadores que viste alinhar durante o campeonato será possível definir para nós a sua equipa “de sonho”?
Creio que não há equipas de sonho no meu ver mas para mim a nossa equipa era muito unida e por isso fizemos uma excelente segunda volta sem derrotas.

Sendo das equipas que mais adeptos e apoio levavam aos estádios, quer em casa quer fora, como sentiram por vezes o menor apoio dado pelos adeptos em casa?
Sempre fomos apoiados pelos verdadeiros academistas.
Aqueles que batem palmas quando estamos em alta e nos deitam a baixo quando estamos mal não são no meu ver adeptos do futebol.

Que sonho alimentas agora?
Sonho voltar a ver o CAF ao seu alto nível.

Tens algum ídolo?
Ricardo Sá Pinto pela garra e determinação.

Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Para todos os associados a este grande clube, eles que nunca deixem de nos apoiar desde escolas aos seniores , porque eles são a alma deste clube.

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha de forma a que o objectivo dos Nacionais seja concretizada.

Um abraço
Jorge Sá

20 julho 2007

João Aguiar à conversa.

João Aguiar, nascido a 20 de Maio de 1989, teve um longo interregno esta época devido a uma lesão grave. A sua raça e empenho são a sua imagem de marca. E se despediu-se com um golo antes da lesão viria a surgir com outro golo em Mangualde.

Qual o percurso que fizeste até chegares ao Académico.
O Académico foi o meu primeiro clube, desde os 7 anos.

Durante o tempo que já joga futebol decerto já teve bons momentos. De qual se recorda mais?
O segundo ano de iniciado no qual passamos à fase seguinte do nacional com um grande esforço e dedicação e o ultimo campeonato ganho pelos juniores.

E algum momento para esquecer?
As duas maiores lesões que tive, a fractura do maxilar superior no campeonato de iniciados e a rotura de ligamentos cruzados nos juniores. São momentos muito difíceis, principalmente vendo os jogos em que a equipa sentiu mais dificuldade. Dava vontade de “saltar” para dentro do campo.

Que treinador se lembra melhor por o ter marcado ate agora?
Paulo Chaves, treinador do meu segundo ano como iniciado. Passamos a fase seguinte só com mérito próprio. Um treinador que consegui juntar 20 jogadores que praticamente não se conheciam na equipa mais unida que tive em 11 anos de futebol de formação. O espírito de equipa, o rigor, respeito, esforço, dedicação e a forma como fomos apoiados foram fundamentais e outro treinador não teria “mão” para unir aquela equipa e não tolerar indisciplinas. Um modelo!

Sendo um jogador que assistiu ao término de um clube, como foi sentires o fim do CAF? Que reacção?
No meu caso particular já o esperava desde o inicio da época. O Académico deixou oficialmente de participar nas competições oficiais em Dezembro, e no caso dos juvenis já se esperava desde Setembro. Talvez tenha sido melhor assim. O pior ano no Académico, tanto desportivamente como pessoalmente não houve evolução.

Qual a tua opinião sobre este novo clube? Ou o espírito do antigo CAF mantem-se?
O peso da camisola é o mesmo, o orgulho com que a vestimos é o mesmo, talvez em termos de apoios seja diferente, mas o espírito permanece.

Como foi estar sem jogar este tempo?
Foi o pior momento desde que jogo. Já tinha sofrido uma lesão também grave nos iniciados, como não necessitei de recuperação perdi apenas 3 jogos e consegui jogar a fase final e decisiva do nacional. Neste caso foi pior, pois tinha feito uma boa pré-epoca, estava em boa forma e sentia que ia ser um grande ano, na semana antes do inicio do campeonato sofri a lesão. Só fui operado em Outubro e a recuperação acabou por durar até Março, o tempo que estive de fora custou muito. Ainda que fosse ao balneário dar o apoio aos meus colegas e tivesse sempre presente na bancada acaba por ser doloroso ouvir coisas daquele lado do campo das pessoas que não sabem o quanto se trabalha ali.

O que pensou nesta fase menos feliz?
Foi tão frustrante que na semana em que me lesionei cheguei a pensar em desistir. Tinha passado todo o Verão a trabalhar para perder tudo em 20 minutos de jogo.

Vindo de uma lesão ainda conseguiste ser marcar um golo e ser campeão. Como te sentiste?
Foi espetacular, só ainda tinha feito os últimos 10 minutos em dois jogos anteriores e naquele entrei a 15 minutos do fim, ganhávamos 5-0 e o campeonato já ninguém nos roubava mas eu ainda tinha que provar que podia ter sido uma grande época e tive essa sorte.

Após um campeonato sempre a par do Viseu e Benfica qual foi para si o jogo em que a questão de campeão se decidiu?
Todos, nós na ultima jornada já éramos campeões e voltamos a golear. O Campeonato decidiu-se jornada a jornada. E talvez as mais difíceis tenham sido as primeiras. Vila Nova de Paiva que empatamos, ou em Penalva do Castelo que ao intervalo já perdíamos por 3-0 e conseguimos empatar no final por 3-3 talvez tenham sido os mais importantes, claro que o 5-0 na fase final ao Viseu e Benfica também foi importante, mas esse já todo o grupo o esperava, estávamos muito unidos e tínhamos 11 jogadores em campo, mostramos quem é o melhor.

Nesta mesma fase final tiveram um passo atrás com o empate em casa com o Vale de Açores. Como foi digerir esse resultado?
As grandes equipas, como esta do Académico, são assim. Reagem bem!

Qual a opinião sobre os “rivais” que defrontou nesta fase final? O mais difícil e o mais acessível?
Difícil Lamego e Fácil Mangualde.

Qual a sensação que sentiram após terem assegurado esse mesmo título?
Missão Cumprida.

De fora via-se que o vosso grupo era mesmo um grupo na sua totalidade. Isso foi preponderante para o êxito?
Claro, é sempre importante, como já o referi a vitória ao Viseu e Benfica deu-se principalmente por muito querer de todos.

Para o ano vão disputar a 2 Divisão do Nacional de Juniores, Como achas que vai ser o campeonato?
Penso que deve ser encarado da mesma forma como foi este último. O objectivo deve ser o de CAMPEÃO, para voltar a por o Académico de onde nunca devia ter saído. De referir que em 11 anos de clube, campeonatos ganhos foram 10 (entre distritais e passagens a fase seguinte do nacional) faltando mesmo só no ano de extinção do CAF, por isso mesmo, fica o recado aos Mister’s quando se entra é para ganhar!

Que sonho alimentas agora?
Uma época sem lesões.

A nível de futebol qual o seu ídolo?
Fábio Paím, acompanhei o seu crescimento como jogador desde as selecções mais jovens onde nos cruzamos, espera-se um grande futuro.

Que relação achas que existe entre adeptos academista e jogadores?
Como passei mais tempo do lado da bancada que dentro do campo talvez tenha uma melhor ideia do comportamento dos adeptos que outros e por isso apela-se ao bom senso de cada um, fazemos o que gostamos porque queremos, não somos pagos por aquilo que fazemos e alguns de nós fazem um grande sacrifício para poder estar ali ao fim de semana quem n sabe o quanto se trabalha ali não devia ter o direito de opinar. Fica a chamada de atenção para a falta de publico no clube mais representativo da região de Viseu.

Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Em primeiro queria agradecer ao senhor Jorge Sá pelo bom trabalho no blog. Para os adeptos e leitores, obrigado por tudo.
Académico rumo aos Nacionais!

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha para que os objectivos principais sejam cumpridos. João sabes que podes contar sempre comigo e que este ano possamos fazer mais algumas apostas, como fiz este ano passado! E olha que o meu feeling resulta.

Um abraço
Jorge Sá

19 julho 2007

Conversando com Zé Luis


Zé Luís, nascido a 16 de Abril de 1988, foi um dos indiscutíveis na equipa dos Juniores. Alinha do lado direito da defesa e correu quilómetros por jogo alimentando também o ataque. Com ele a equipa academista conseguiu obter o seu principal objectivo e acabando o seu ciclo de formação conversamos com ele para saber que futuro irá ter.

Qual o percurso que fizeste até chegares ao Académico.
Não houve percurso. Nos iniciados um amigo (Alex) convidou me para ir lá fazer a pré-época. Fiquei surpreendido com tanta gente a querer treinar e nunca esperei ficar no plantel pois já era muito forte. Tive a felicidade de lá ficar.

Durante o tempo que já joga futebol decerto já teve bons momentos. De qual se recorda mais?
O jogo Académico-Porto na fase final dos iniciados. Nunca vi o fontelo com tanta gente como nesse dia. Foi fantástico.

E algum momento para esquecer?
Há momentos menos bons mas nunca são para esquecer mas sum para lembrar e aprender com eles.

Que treinador se lembra melhor por o ter marcado ate agora?
Lembro-me de todos e todos me deram sempre uma grande ajuda. Iniciados mister Vasco q foi ele que me lançou na altura a extremo direito. Depois nos juvenis o mister Raposo que fez a jogar a lateral e agora nos juniores o mister Pipo e o mister Carlos que foi com quem mais aprendi sem dúvida.

Sendo um jogador que assistiu ao término de um clube, como foi sentires o fim do CAF? Que reacção?
Do pior que pode haver. Ouvi alguns comentários na escola mas pensei que fosse brincadeira. No fim do dia fui para o fontelo para treinar e quando vi a cara dos meus colegas reparei que era verdade. Foi muito mau mesmo.

Qual a tua opinião sobre este novo clube? Ou o espírito do antigo CAF mantém-se?
Quem faz o clube não é o nome são as pessoas que estão lá. São quase as mesmas pessoas por isso o espírito lutador e ganhador mantém-se.

Falando da temporada qual o jogo ou jogos que custou mais a pontuar?
Penso que o paivense foi uma equipa difícil para nós. Não nos adaptávamos ao sistema e a maneira deles jogarem.

Após um campeonato sempre a par do Viseu e Benfica qual foi para si o jogo em que a questão de campeão se decidiu?
No jogo contra eles. Fizemos um grande jogo o resultado foi fantástico moralizamos e a partir dai sabíamos que ninguém nos ia conseguir parar.

Nesta mesma fase final tiveram um passo atrás com o empate em casa com o Vale de Açores. Como foi digerir esse resultado?
Foi difícil no treino asseguir ao jogo mas felizmente tínhamos pessoas connosco que nos souberam motivar e fazer perceber que aquilo acontece e que nada estava perdido. Mostraram sempre muita confiança nos jogadores.

Foi uma semana de contrastes. Como foi sair de um empate rumo a um ciclo vitorioso?
O empate de certa forma fez com que a equipa se torna-se ainda mais unida. Fez-nos sentir que se algo de errado volta-se a acontecer não iríamos conseguir o nosso objectivo. Felizmente a partir daí tudo correu ao nível da nossa equipa.

Qual a opinião sobre os “rivais” que defrontou nesta fase final? O mais difícil e o mais acessível?
O Viseu Benfica é sempre um adversário difícil. Tinham bons jogadores, muitos deles nossos amigos. Mas é daqueles jogos que todos os jogadores gostam de jogar. Não houve equipa mais acessível pois contra o académico toda gente da tudo e tornou-se sempre complicado principalmente os jogos fora.

Qual a sensação que sentiram após terem assegurado esse mesmo título?
Sensação do dever cumprido. Foi para aquilo que andamos uma época inteira a treinar.

De fora via-se que o vosso grupo era mesmo um grupo na sua totalidade. Isso foi preponderante para o êxito?
Claro. Puxávamos todos para o mesmo lado e isso é sempre muito importante.

No fim de um ciclo de formação como foi este vivido? E agora que futuro?
É sempre difícil saber que acabou. Mas é com orgulho que acabo as camadas jovens neste clube. O futuro é sempre incerto.

Que sonho alimentas agora?
Para já gostava de continuar a jogar no clube do coração.

Como é ver colegas jovens vindo da formação do clube se afirmarem na equipa titular dos seniores? Tem o mesmo objectivo?
Sim o objectivo é esse apesar de saber que é muito difícil pois o plantel sénior tem grande qualidade.

Qual o seu ídolo?
Paulo ferreira (Chelsea)

Uma palavra final para os sócios, adeptos e leitores do blog das camadas jovens.
Só queria pedir a todos que continuem a apoiar o nosso Académico e que este blog nunca acabe.

O nosso muito obrigado pela ajuda que nos deu na realização desta entrevista e votos de sucesso nesta nova época que se avizinha para que os objectivos principais sejam cumpridos.

Um abraço
Jorge Sá

17 julho 2007

"Aos academistas"

"Para os meus atletas e verdadeiros academistas

Neste momento, recordo-me de muitas coisas: dos atletas, dos seus familiares e dos grandes academistas que nunca desistiram de lutar e que muitos sacrifícios fizeram para dignificar e honrar o nosso Académico.
Não me posso esquecer das grandes “batalhas” que travámos e dos fantásticos resultados que obtivemos, entre os quais: Campeões de Escolas; Fase Final do Nacional de Juniores; Permanência na 1ª Divisão e, nesta ultima época, Campeões Distritais de Juniores. Momentos fantásticos….grandes equipas….que grandes balneários eu tive…éramos uma família!!
Nunca me vou esquecer, também, daquele triste dia em que tive de comunicar aos meus atletas que já não haveria jogo no sábado seguinte, porque tinha sido pedida a insolvência do clube e, consequentemente, iriam retirar-lhes o que eles mais gostavam de fazer, que é jogar futebol.
Foram momentos arrepiantes. Deparei com atletas de lágrimas nos olhos e com todo o plantel abraçado a confortar-se mutuamente. Mas foram esses momentos que nos espicaçaram e nos deram força para dar a volta por cima, com o objectivo de voltarmos aos nacionais já este ano.
Blindámos o nosso balneário contra tudo e todos, e com muito trabalho, sacrifício e profissionalismo conseguimos os nossos objectivos, pois eram muitos aqueles que, ao longo de toda a época, foram esperando de uma forma até doentia, pela notícia de uma derrota dos Juniores do Académico. É com orgulho que afirmo que não lhes foi consentida essa alegria e acabámos vitoriosos e invictos.
Para todos vós, grandes campeões, os meus sinceros e sentidos agradecimentos e muitas felicidades!!
Ao rever todo este percurso como treinador da formação do Académico, estou de consciência tranquila, já que trabalhei sempre com grande honestidade e dedicação, podendo, ao contrário de outros que por lá gravitam, dizer de alto e bom som, que nunca ganhei um euro com o clube, muito pelo contrário, dispus, muitas vezes, do tempo da minha vida profissional e familiar, sempre com o objectivo de honrar e levar mais além o nome do nosso Académico.
Não pensem que estou arrependido, antes pelo contrário, que grande orgulho me deu ter representado esta instituição que sempre respeitarei, ter partilhado e realizado grandes amizades durante todos estes anos, ainda que por vezes, tenha conhecido também algumas pessoas sem carácter, mas esses … enfim, que Deus os ajude a crescer como homens sérios e íntegros.
Admito que cometi dois grandes erros, e que se revelaram decisivos: um deles foi ter confiado nos que me deram a cobarde “facada nas costas”, e o outro prende-se com o facto de felizmente ter sempre conseguido resultados tão meritórios. Não tenho, pois, a menor dúvida que tais factos incomodaram muito boa gente.
Aproveito, também, para referir e deixar bem claro, que os motivos que precipitaram a minha saída do clube foram os que vou enunciar:
Em primeiro lugar, não aceitei treinar o escalão de iniciados, não por sentir que isso fosse uma despromoção, mas sim porque foi uma imposição, já que tenho uma enorme estima e consideração por todos aqueles que se encontram nesse escalão. Em segundo lugar, não aceito permanecer nesta estrutura uma vez que, falar neste sistema de rotatividade, muito honestamente, foi uma forma simpática de me convidarem a sair, e justifico esta afirmação porque entendo que os procedimentos e as alterações não deviam ter sido dadas através de recados, mas sim, convocando os interessados, apresentando aí os assuntos e propostas para estes serem posteriormente discutidos em sede própria sobre as vantagens e desvantagens desta reorganização estrutural de recursos humanos, bem como as suas implicações futuras, sempre na presença dos coordenadores do futebol formação e de todos os técnicos do clube.
Não concebo, também, qualquer tipo de reorganização estrutural sem previamente ser conhecido ou apresentado um projecto para o futebol de formação ou, pelo menos, haver a coragem de se apresentar o rosto desse projecto, ou será que há rostos que só aparecem quando se ganha!?
Neste momento, atrevo-me a perguntar, como academista que sou: Será que existe alguma linha orientadora para o arranque deste processo que tenha por base conteúdos bem programados? Existirá, de facto, um modelo de formação estruturado? Que critérios foram utilizados para definir as competências dos diferentes treinadores e a sua colocação nos diferentes escalões? Simpatia apenas…Amizade…Compadrio….enfim, quem decidiu que responda pelas suas decisões e apostas!
Não posso, também, deixar passar este momento, para afirmar de forma categórica, que ao contrário do que alguém disse, não pretendo nem nunca pretendi destabilizar a estrutura do clube.
Relativamente a este assunto, este será o meu último comentário, porque não faz parte da minha educação e do meu conceito de vida valorizar comentários infelizes de pessoas que considero limitadas, mal formadas, pouco sérias e sem idoneidade pessoal e profissional. Estou, pois, absolutamente convicto que o tempo se vai encarregar de repor a verdade.

Para finalizar, e porque foi este o principal motivo que me fez sentir na obrigação de escrever este texto, quero agradecer a todos aqueles que ficaram perplexos, e até indignados com a minha saída do clube e que comigo foram solidários neste momento particularmente difícil.
Para atletas, pais dos atletas, amigos, academistas, e muito especialmente à minha família o meu obrigado por tudo!!

Nota Final: O meu agradecimento especial para os autores/gestores dos Blogs, AVFC Camadas Jovens e Magia do Futebol que sempre nos acompanharam!" - José Pipo

Como reparam transcrevemos uma nota enviada pelo Mister Pipo de forma a acabar de vez com tudo o que a notícia da sua saída despoletou, esperando que o assunto fique encerrado e que os verdadeiros academistas se unam para os NOSSOS objectivos serem atingidos. Força ai campeões!

10 julho 2007

Porquê Sr. Idalino?

Como todos já devem saber o nosso amigo e treinador Pipo saiu do Académico Viseu.
Não que fosse essa a sua vontade mas sim porque foi empurrado por alguém que se sentiu ameaçado. Não percebo o porque deste vontade mas que ela foi real foi.
Se há dois culpados nesta saída que a todos surpreendeu uma é o Sr. Idalino (o principal mentor e pessoa desagrada com a presença do mister Pipo na hierarquia do clube) e depois o Sr. Albino, o presidente que não soube aguentar um treinador que "apenas" conseguiu fazer com que fossemos campeões e essencialmente trazer os Juniores de volta aos Nacionais, de onde saímos sem culpa nenhuma no cartório. Como se diz na gíria popular não os teve no sítio para defrontar alguem que lhe impôs esta sua decisão.
Saberá o Sr Idalino ( ou no seu mundo, isto não aconteceu??) que foi este mesmo treinador que há uns anos conseguiu levar o nosso Académico à fase final dos Juniores vencendo colossos no futebol nacional de Juniores, entre eles Boavista, Porto.
Ou isto não é ter valor????
Foi dito ao treinador Pipo que não tinha qualidade tecnica e capacidade de orientar uma equipa de Juniores: palavras essas do Sr. Idalino mas que não soube ou teve sequer coragem de confrontar olhos nos olhos a pessoa que queria mandar embora! É fácil mandar embora alguém quando se tem o poder. Poder este dado por um presidente que parece não confrontar (ou pelos menos conseguir) o técnico dos SENIORES!!
Ou será que tem medo de alguma coisa que nós nao conhecemos? Será??
Falem com os jogadores, com técnicos, com adeptos e vejam o que eles dizem sobre este grande treinador que é o Pipo.
Este homem sem coragem apenas está no clube há 10 meses, o Mister Pipo está há 8 ANOS!
Depois de tanto sacrificio e dedicação ao nosso CLUBE, ao nosso ACADEMICO vem este senhor com a moral que este presidente lhe dá e manda assim um Homem com esta qualidade embora.
Enfim basta! Se o Sr Albino não tem coragem de confrontar o bicho-mau que é o Sr. Idalino saia pois não é assim que motiva os adeptos a ter amor a um clube recente mas que parece ter os males do antigo.
Sei que nós queremos o bem do nosso clube e vocês querem o mesmo???
Falo agora em especial ao novo treinador Paulo Chaves.
Quero que saiba que nada me move contra si e estarei sempre consigo naquilo que precisar para este ano. Sei que não tem nada haver com este processo e tal como qualquer profissional após um convite de comandar este navio que é o Académico claro que fez bem em aceitar.
Senão fosse o Sr seria outro e se calhar desconhecido.
Sei que vai fazer o melhor pelo NOSSO ACADÉMICO!
Finalizando saibam que estou ENOJADO com todos estes meandros que envolvem um clube que todos queremos forte e que me parece que assim não se vai conseguir. E já agora Sr. Albino espero que saiba nem que seja apoiado pelo Sr. Idalino que foram 2 equipas da formação que subiram e não 3 como numa entrevista assim disse. Ponha-se ao corrente da formação para que o seu objectivo de sermos uma referência na formação seja atingida!

Para ti amigo Pipo, onde estiveres terás sempre aqui (um amigo) e tenho a certeza que o teu academismo nunca irá acabar. Obrigado por tudo amigo.